• Redação
  • 16/08/2026

RN tem 14 candidaturas ao Senado em 2026; eleitores escolherão dois nomes

O Rio Grande do Norte tem 14 pedidos de registro de candidatura ao Senado para as eleições de 2026. A relação disponível no DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclui representantes de diferentes partidos, federações e coligações. Como neste ano haverá renovação de dois terços do Senado, cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes, e os dois mais votados no Estado serão eleitos para mandatos de oito anos.

Entre os nomes estão Rafael Motta (PDT), Samanda de Lula (PT), Luciana Mandu (PSTU), Rosália Fernandes (PSTU), Styvenson Valentim (Podemos), Coronel Hélio (PL), Linhares Jiboia (DC), Gari Wendell Batista (Agir), Clóvis Costa do Coletivo Nós (Agir), Tércio Tinôco (União Brasil), Sandro Pimentel (PSOL), Sonia Godeiro (PSOL), Zenaide Maia (PSD) e Professor Guilherme (UP). Todos os pedidos consultados até a noite de sábado (15) apareciam como aguardando julgamento da Justiça Eleitoral.

Algumas candidaturas estão vinculadas às principais coligações da disputa pelo Governo do Estado. Rafael Motta e Samanda de Lula fazem parte da coligação “Time que Cuida”, formada por PDT, PSB e Federação Brasil da Esperança, que reúne PT, PCdoB e PV. Já Styvenson Valentim e Coronel Hélio integram a “Endireita RN”, composta por Podemos, PL, Novo, Mobiliza e Federação PSDB Cidadania. Tércio Tinôco e Zenaide Maia pertencem à coligação “Esperança e Trabalho”, que reúne Republicanos, MDB, PSD, Avante, Federação Renovação Solidária e Federação União Progressista.

Cada candidato ao Senado registra também dois suplentes. Entre as chapas estão Rafael Motta, com Jean Paul Prates e João Batista; Samanda, com Plúvia Oliveira e Oswaldo Negrão; Styvenson, com Kelly Valentim e Milena Galvão; Coronel Hélio, com Valério Marinho e Gabriela Fagundes; Tércio Tinôco, com Marcos Solano e Dadaia Ribeiro; e Zenaide Maia, com Netinho Lins e Odete Lopes.

Os registros ainda precisam passar pela análise do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN). Nessa etapa, a Justiça Eleitoral verifica documentação, condições de elegibilidade e eventuais impugnações. Por isso, a apresentação do pedido não significa que a candidatura esteja definitivamente deferida, e as chapas ainda podem sofrer alterações durante o processo.

O primeiro turno será realizado em 4 de outubro. Diferentemente da disputa pelo Governo, não há segundo turno para o Senado: os dois candidatos que obtiverem o maior número de votos válidos no RN serão eleitos.