Ao repetir ataques do pai às urnas eletrônicas diante de diplomatas, Flávio Bolsonaro sinaliza baixa confiança em uma vitória eleitoral
A decisão de Flávio Bolsonaro de voltar a atacar o sistema eletrônico de votação em uma reunião com diplomatas, repetindo alegações já rebatidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode ser interpretada como um movimento de admissão de derrota, assim como ocorreu com o pai dele em 2022.
Em queda nas pesquisas, ele tenta inverter a dificuldade, energizando sua base com tese sabidamente golpista.
Teremos um novo 8 de Janeiro? Eu não afastaria de todo tal hipótese.
Cabe lembrar que a reunião golpista deixou o pai dele inelegível.