Viagens de Lula geram investimentos históricos e colocam o RN no mapa global da energia limpa com projeto de 12 bilhões em Areia Brança
As críticas bolsonaristas recorrentes às viagens internacionais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdem força diante de resultados concretos que começam a se materializar no país e, de forma emblemática, no Rio Grande do Norte. O anúncio de um projeto bilionário de hidrogênio verde em Areia Branca, estimado em cerca de R$ 12 bilhões, evidencia como a articulação internacional do governo federal tem impacto direto na atração de investimentos estratégicos. Trata-se de uma iniciativa com potencial para reposicionar o estado no cenário global da transição energética, abrindo novas frentes de desenvolvimento econômico e tecnológico. Em termos de magnitude, o empreendimento é apontado como um dos maiores — senão o maior — da história potiguar.
Nesse contexto, o contraste com o isolamento diplomático observado no governo de Jair Bolsonaro é frequentemente citado no debate público. Enquanto o Brasil volta a ocupar espaços relevantes em fóruns internacionais e a atrair grandes projetos, críticos apontam que o atual cenário reflete uma mudança de postura na política externa, com maior protagonismo e capacidade de diálogo global. O caso do hidrogênio verde no RN se insere nesse movimento mais amplo: investimentos internacionais, fortalecimento da imagem do país e abertura de oportunidades concretas. Mais do que agendas protocolares, as viagens presidenciais passam a ser vistas, nesse enquadramento, como instrumentos de geração de resultados econômicos tangíveis para estados e regiões historicamente fora do centro das grandes decisões globais. Os recordes históricos da bolsa, os fortes investimentos no Brasil e a balança comercial positiva não deixam qualquer margem para dúvida.