• Redação
  • 05/08/2026

Reforma trabalhista, Previdência e PEC contra o fim da escala 6x1 pesam, e Rogério Marinho é preterido na vaga de vice de Flavio Bolsonaro

A decisão de Flávio Bolsonaro de escolher Alfredo Gaspar para a vice-presidência representa um revés para o senador Rogério Marinho, que era apontado nos bastidores como um dos principais cotados para compor a chapa. A escolha também pode ser lida como um movimento para reduzir o desgaste eleitoral associado à imagem de Rogério, fortemente vinculada à reforma trabalhista do governo Temer, à reforma da Previdência e, mais recentemente, à liderança da PEC alternativa ao fim da escala 6x1, criticada por flexibilizar ainda mais as relações de trabalho. Embora permaneça como coordenador-geral da campanha, cargo estratégico, Rogério acabou preterido justamente para a vaga mais simbólica da chapa presidencial, em um momento em que temas ligados aos direitos trabalhistas ganharam peso no debate eleitoral.