PF apreende arsenal com 44 armas e cheques de R$ 1 mi em operação contra fraudes em registro de CACs na Bahia
G1 - A Polícia Federal (PF) apreendeu um arsenal com 44 armas de fogo, R$ 535 mil em espécie e cheques que totalizam cerca de R$ 1 milhão durante a Operação Guardiões de Fogo, deflagrada nesta terça-feira (29), em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia.
A operação investiga suspeitas de fraude na obtenção e manutenção do Certificado de Registro (CR) para Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), além de possíveis irregularidades relacionadas à posse e ao controle de armas de fogo.
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na cidade. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal.
Segundo a PF, as investigações apontam indícios de que os investigados teriam apresentado informações e documentos falsos durante o processo de obtenção do Certificado de Registro de CAC perante o Exército Brasileiro.
A suspeita é de que os documentos tenham sido usados para comprovar o cumprimento dos requisitos exigidos para a concessão da autorização./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/a/r/cuCL50REiELdYfHvg4gQ/edimilsso-2-.png)
PF apreendeu 44 armas, R$ 535 mil e cheques de R$ 1 milhão em Feira de Santana — Foto: Polícia Federal
Ainda conforme a investigação, os envolvidos teriam omitido informações sobre a existência de uma investigação criminal anterior. A circunstância poderia ter sido considerada na análise da idoneidade necessária para a obtenção do registro.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidas 44 armas de fogo de diferentes calibres e modelos, entre elas revólveres, pistolas, fuzis e espingardas.
Também foram encontrados R$ 535 mil em dinheiro vivo, além de cheques que somam aproximadamente R$ 1 milhão./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Q/n/Xqte9nQQOjsnBwAv4BQw/edimilsso-1-.png)
PF fezz operação contra fraudes na obtenção de registros de CACs em Feira de Santana — Foto: Polícia Federal
Os investigados poderão responder pelos crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso, sem prejuízo de outros delitos que possam ser identificados ao longo da investigação.
A operação busca reunir novos elementos sobre as possíveis fraudes relacionadas à obtenção dos registros e à regularidade das armas encontradas.