• Redação
  • 16/08/2026

Nem envolvimento central em caso Epstein, além das tarifas contra o Brasil, abalaram a devoção bolsonarista a Donald Trump

 Nem mesmo o enorme desgaste provocado pelo caso Jeffrey Epstein foi suficiente para romper a identificação do bolsonarismo com Donald Trump, além das tarifas erguidas pelos EUA contra o Brasil. O presidente americano aparece citado nos arquivos e teve sua relação social passada com Epstein novamente submetida a intenso escrutínio público. Ainda assim, a admiração permanece explícita: no lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro, houve símbolos norte-americanos e até venda de bandeiras dos Estados Unidos, repetindo uma estética que há anos acompanha manifestações do grupo. O contraste chama atenção: nem um escândalo sexual de dimensão internacional envolvendo Epstein e cercando politicamente Trump foi capaz de esfriar uma relação que, no bolsonarismo brasileiro, parece resistir até aos maiores constrangimentos.