• Redação
  • 07/10/2026

A neutralidade do PL tem um segredo: a eleição de 2030 já começou no RN

A discussão sobre neutralidade no segundo turno do Rio Grande do Norte pode ter consequências muito além de 2026. Álvaro Dias já defende publicamente que o PL não apoie nem Allyson Bezerra nem Cadu Xavier, posição discutida com lideranças como Rogério Marinho, Styvenson Valentim e Paulinho Freire. O movimento preserva esse grupo de uma adesão formal a um dos dois candidatos que chegaram ao segundo turno.

Há também uma leitura política possível olhando para 2030. Nomes como Styvenson, o próprio Álvaro e Paulinho permanecem relevantes no campo da direita e do centro-direita potiguar. Um apoio agora poderia fortalecer justamente um governador que, quatro anos depois, teria a máquina estadual e poderia ocupar espaço político disputado por esse grupo. Nesse sentido, a neutralidade em 2026 pode ser menos sobre Cadu ou Allyson e mais sobre manter abertas as alternativas para a próxima sucessão estadual.