2 de março de 2026

A cada eleição, Flávio Rocha ventila candidatura sempre no campo da hipótese

Autor: Daniel Menezes

A cada ciclo eleitoral, o nome do empresário Flávio Rocha ressurge no debate público como possibilidade, nunca como decisão concreta. Já foi ventilado para a Presidência da República, depois recuou. Agora aparece lembrado para o Senado, embora, nos bastidores, a movimentação pareça partir muito mais de aliados e interlocutores do que de um chamado espontâneo da sociedade. O roteiro se repete: o nome circula, ganha manchetes, alimenta especulações, mas não se transforma em candidatura formal, com enfrentamento, agenda pública e disposição para o desgaste inevitável de uma campanha.

O que fica para o eleitor é a sensação de uma pré-candidatura permanente, sempre sugerida e nunca assumida até o fim. Política exige exposição, debate, crítica e, sobretudo, submissão ao voto popular. Quando a disputa esquenta e exige presença nas ruas, posicionamento claro e construção de alianças consistentes, o movimento arrefece. A pergunta que permanece é simples: em que momento Flávio Rocha deixará o campo das intenções ventiladas para, de fato, colocar seu nome à prova nas urnas e enfrentar o crivo direto do eleitor potiguar?

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