15 de janeiro de 2026
A mentira sobre o ICMS contada pela oposição e a mídia quebrou: consumo no RN cresce acima da média nacional, preços não explodiram e o discurso do medo foi desmentido pelos fatos
Autor: Daniel Menezes
O debate travado no início do ano sobre a alíquota do ICMS em 20% no Rio Grande do Norte foi marcado menos por evidências e mais por alarmismo político. A oposição e setores do comércio anunciaram um cenário de terra arrasada: preços disparariam, o consumo despencaria e empregos seriam destruídos. Nada disso aconteceu. Os números divulgados agora mostram exatamente o contrário. As vendas do comércio potiguar cresceram em novembro, confirmando uma tendência de recuperação e resiliência do consumo. A realidade se impôs aos discursos. Quem analisou dados, comparou estados e fugiu do pânico fabricado terminou com a razão.
Os fatos já estavam à mesa desde antes. Quando o RN manteve a alíquota em 18%, enquanto praticamente todo o Nordeste elevava o ICMS, não houve queda de preços capaz de diferenciar o estado dos vizinhos. Da mesma forma, a Paraíba, frequentemente usada como exemplo de “desastre anunciado”, elevou a alíquota para 20% e não registrou colapso no consumo em 2024. Ainda assim, parte da oposição e setores da mídia insistiram em vender medo como análise econômica. Agora, a história cobra a conta: os dados mostram crescimento, não retração; atividade, não paralisia. O debate do ICMS expôs quem trabalha com evidência e quem aposta em narrativa. E, como sempre, a realidade não perdoa quem escolhe ignorá-la.
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