13 de janeiro de 2026
Deputado diz que pode se candidatar a “mandato tampão” no governo se PT quiser, mas defende nome de Cadu
Autor: Daniel Menezes
Da 98fm - O deputado estadual Francisco do PT afirmou que pode ser candidato ao Governo do Estado caso o PT o escolha como nome para disputar as eleições indiretas nas Assembleia Legislativa, após a saída da governadora Fátima Bezerra para disputar o Senado Federal no pleito de outubro. Sucessor natural de Fátima, o vice-governador Walter Alves já comunicou a interlocutores que renunciará ao cargo para disputar uma vaga como deputado estadual.
Francisco do PT ressaltou que seu objetivo é a reeleição ao cargo de deputado estadual. Contudo, ele entende que caso o objetivo do partido seja tê-lo como governador até o fim do ano, ele poderá mudar seu rumo político em 2026.
“Eu trabalho com a tese, com a possibilidade e me movimento com esse objetivo de buscar tentar a nossa reeleição para deputado estadual, mas eu pertenço a um partido que tem compromisso com o Rio Grande do Norte. Todos os mandatos que eu exerci foram pelo PT e, portanto, eu tenho compromisso com as questões de natureza coletiva, os projetos de natureza coletiva. Sempre fui assim, sempre me comportei assim e estou à disposição para esse diálogo e se eventualmente isto vier a acontecer”, afirmou.
Para o cargo, o deputado defendeu o nome de Cadu Xavier, pré-candidato ao governo, que, se eleito governador pela Assembleia Legislativa, poderia buscar a reeleição ao cargo nas eleições majoritárias em outubro.
“Eu quero dizer que o meu compromisso, independente de qualquer cenário, é com a pré-candidatura do companheiro Cadu Xavier.E até defendo que se houver uma eleição indireta na Assembleia, acho que o nome que deveria ser colocado é o nome de Cadu”, disse.
O cenário das eleições indiretas, apesar de encaminhado, ainda é encarado com cautela pela legenda petista. O parlamentar ressaltou que posicionamentos oficiais, por parte do partido, só irão ocorrer após a oficialização de Walter em renúnciar a vice-governadoria. Ele também defende o respeito a decisão de Alves, mesmo que seja contrária ao alinhamento inicial.
[0] Comentários | Deixe seu comentário.“Independente do que vai acontecer depois da oficialização do vice-governador, da formalização da sua decisão, que a gente tem que respeitar, é uma decisão dele, ninguém pode obrigar ninguém a nada, ele é livre e soberano para tomar a decisão que ele achar mais conveniente para ele”, concluiu